Recicle-se

Boas novas (e verdes) no mercado de luxo! 

Questão de sobrevivência (e de marketing), as marcas de moda estão procurando alternativas para o uso de materiais de origem animal e tentando poluir menos o planeta. Olha as novidades!

Em maio o grupo Kering (dono de Gucci, Saint Laurent e Bottega Veneta) se tornou um dos principais investidores da VitroLabs, startup dedicada à produção de couro em laboratório.

Fundada em 2016, a VitroLabs colabora com o grupo Kering desde 2018. O couro da startup é criado em laboratório e envolve o cultivo de células-tronco.

As marcas do grupo Kering pararam de usar peles em 2021. A meta é zerar as emissões de gases de efeito estufa até 2050, a partir do CEO Carbon Neutral Challenge.

A convite da Gucci, a joalheria Cartier também aderiu ao CEO Carbon Neutral Challenge, projeto criado em 2019 com o objetivo de reduzir os impactos da mudança climática no mundo.

Em 2020, a joalheria criou a Cartier for Nature, para fortalecer suas ações em prol do meio ambiente - apoiando, por exemplo, a preservação do território indígena Yanomami na Amazônia

A Burberry anunciou que não vai mais usar couros exóticos (como píton, cobra d'água e crocodilo) em suas coleções.

Desde 2018, a marca baniu o uso de peles verdadeiras em prol do bem-estar animal. E agora avança em relação a peles exóticas.

Nas marcas de luxo como a Chanel (foto), peles exóticas são artigo em extinção! O e-commerce Moda Operandi também não trabalha mais com peças dessa origem.

Entre as novas alternativas para o couro animal, nasce a marca Lerins, do grupo da Dune, com tênis sustentáveis feitos com couro criado a partir de casca de uva.

Stella McCartney, pioneira no uso do couro de micélio, vai lançar uma linha de sapatos e bolsas confeccionados com o couro de casca de uva em agosto!

No Brasil, a Renner acaba de lançar 5 modelos de sapato feminino (entre botas, sapato e tênis) desenvolvidos com resíduos de uva! Bacana, né? A partir de R$ 199.

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