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Sobrou pra Anna Wintour! Condé Nast anuncia política de cortes salariais

15.04.2020

Foto Reprodução

Anna Wintour, organizadora e presidente do Met Gala, durante o evento em 2019

Os ajustes na economia global com a crise do coronavírus começam a chegar ao topo da “cadeia alimentar” da moda! A Condé Nast, que publica as revista “Vanity Fair“, “New Yorker“, “GQ” e “Vogue” no mundo todo, acaba de anunciar medidas de corte – e sobrou até pra toda-poderosa Anna Wintour.

Diretora artística da Condé Nast, editora-chefe da Vogue americana (e presidente do Met Gala), Anna Wintour terá um corte de 20% em seu salário anual – dizem que é de US$ 2 milhões (uns R$ 10,5 milhões, tá?!), ou seja, US$ 400 mil a menos por ano. Já o ceo Roger Lynch receberá 50% de sua base salarial, assim como outros membros do comitê executivo.

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Roger Lynch, CEO da Condé Nast, ao lado de Anna Wintour, editora-chefe da Vogue e diretora artística da Condé Nast

Um corte salarial de 10% a 20% vai impactar outros executivos, especialmente os que recebem mais de US$ 100 mil por ano, mas deve atingir cerca de 6 mil funcionários da Condé Nast em todo o mundo – o que não se aplica à Condé Nast no Brasil, alinhada ao grupo Globo. O principal fator alegado para o corte é a queda de receita de publicidade.

Além da redução salarial, haverá também redução das horas de trabalho, provavelmente numa carga horária de 3 ou 4 dias de trabalho por semana. Essa política de austeridade está sendo adotada especialmente em países onde os governos têm oferecido programas de auxílio para os trabalhadores devido ao coronavírus, como no Reino Unido, onde aqueles que não podem trabalhar recebem 80% de seus salários.

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