A moda agênero agora pra crianças!

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Na John Lewis, o setor infantil agora se chama "roupas pra meninas e meninos", sem divisão

A John Lewis, rede de lojas de departamento britânica, anunciou recentemente que não há mais divisão de gênero na sua seção de roupa infantil. A responsável pelo setor da rede, Caroline Bettis, disse que o objetivo é não reforçar estereótipos (do tipo rosa é pra menina e azul é pra menino) logo cedo. E isso parece ser uma tendência: na Target, a separação foi retirada nos departamentos de casa e de entretenimento, e as cores azul e rosa saíram das prateleiras de brinquedos. Uma mudança e tanto: quem está muito acostumado pode estranhar, mas quem não gosta do estereótipo agora vai ter mais opções.

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No Brasil, Alexandre Herchcovitch criou uma coleção de roupas agênero pra marca infantil PUC recentemente e ela continua nas lojas. Já outras marcas menores assumem o genderless no seu discurso como uma de suas características essenciais – caso da Marré Deci, Roupa Para Brincar, Ateliê Cui Cui e a Matiz. Devagarzinho, na encolha, outra que entrou pro universo das crianças é a Laundry – a estilista Patrícia Grejanin teve filho e acabou produzindo roupas que ela gostaria de ver nas araras pra ele. Ou seja, muito preto, frases maravilhosas tipo “Happy Human”… A gente adorou! Veja mais na galeria clicando na foto!

Ateliê Cui Cui
Laundry
Marré Deci
Matiz
Puc
Roupa para Brincar

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