Maria Ribeiro posa pra Eva e fala de moda com a gente!

08.12.2017

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Quem assina o styling da campanha é Dudu Bertholini – é ele quem está de costas agachado na frente da Maria
Sobreposição de blusa e vestido
Cenas de backstage!
Maria Ribeiro posa pra Eva – e responde nossas perguntas nos intervalos!

Atriz e cineasta, Maria Ribeiro posou pra campanha da Eva no Rio nessa semana. A gente aproveitou pra entrevistá-la sobre moda e figurino! O resultado você confere abaixo, e também confere fotos do making of na galeria – pra acessar é só clicar acima!

Qual é a sua relação com a moda? Do que você gosta e do que você não gosta desse universo?
Adoro moda, é uma coisa que faz muito bem. Não gosto quando as pessoas querem ditar regras de como deve ser, acho que cada um tem que ser feliz e usar o que tem vontade, sem ficar preso a um modismo. Ao mesmo tempo, se você quiser usar o que está na capa das revistas, OK. Acho chato quando você tem a arrogância. Tem muita gente da área que se acha melhor do que as outras pessoas, isso me irrita muito, essa coisa de apontar o dedo do que é certo e errado como se a moda não fosse uma expressão absolutamente livre, onde a pessoa não precisa ter a informação da “Vogue” Itália pra estar dando alguma informação de moda no seu dia-a-dia!

Confira Valentina Sampaio na campanha da Marc Jacobs Beauty!

Tem algum figurino de algum personagem que você já fez que você ficou com vontade de levar pra casa? 
Fiz um filme do Domingos Oliveira chamado “Barata Ribeiro, 716“. Os figurinos eram bem sessentinhas, Bardot, cinema francês, e levei alguma coisa. Sempre pego um figurino ou outro e levo, gosto disso. Acho que tenho uma peça de cada personagem desde “Tropa de Elite“! Mas esse do filme do Domingos é um que me identifiquei bastante.

Se você tivesse que escolher um personagem da moda pra fazer um documentário sobre, quem você escolheria e por quê?
Faria um documentário sobre o Dudu [Bertholini, stylist da campanha da Eva]. Estava pensando aqui em algum brasileiro e acho que seria ele! É muito único, autêntico, avant-garde, muito livre, muito inovador, corajoso… Acho ele f*. Tudo o que coloca a mão fica incrível, tem uma superbrasilidade, uma mistura meio anárquica que dá certo.

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