Lilian

Impossível não pensar numa roupa especial pra uma noite tão importante pra moda. Comecei a pensar na minha h’a 10 dias. Seguindo meus princ’ipios fashion, queria usar um nome brasileiro. Pensei então: Calvin Klein. O motivo é simples: Francisco Costa, brasileiro e diretor-criativo da marca, era o grande homenageado da noite e tinha acabado de apresentar uma colecao primorosa em Nova York. Além do qu^e, ele é a personificação do sucesso e da insercao da moda made in Brazil na cena internacional. Acabei combinando com ele, que estava em Madri, de ver 3 opções – as 3 da última coleção. Portanto, a ordem era correr contra o tempo. As roupas chegariam ao Brasil por courrier dias antes da premiação. Mas como nada na cena fashion é lá muito simples, não é que os modelos acabaram n~ao chegando? Parece que estão parados at’e agora na alfândega, não sei direito. Conclusão: com que roupa eu vou??? Já era o dia do prêmio e nada de roupa. Aquele drama profundo. Pensei até em usar uma camisola da minha mãe, linda e tendência, de seda e renda -poucos vestidos são tão bem feitos quanto ela. Mas olhei melhor e uma mancha gritava bem no decote… Quatro da tarde, Sylvain chega com ‘otimas opcoes. Ufa! Entre modelos curtos demais ou compridos demais, muito justos ou muito decotados, muito largos ou muito fechados, hummm… Mas a moda brasileira é cheia de boas surpresas e opções. E lá vamos nós outra vez. Eu tinha que estar no Municipal às 18h num look esportismo. A minha roupa chegou, afinal, poucas horas antes do Prêmio. O vestido, um André Lima. O casaco, Glória Coelho. Amei o resultado.

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