Kim Jones sai da Vuitton: será que é Versace ou Burberry?

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O estilista Kim Jones vai sair da Louis Vuitton depois do desfile dessa semana

A dança das cadeiras de 2018 está forte: depois de Phoebe Philo deixar seu lugar vago na Céline, agora é Kim Jones quem oficialmente faz seu último desfile pela Louis Vuitton na Semana de Moda Masculina de Paris amanhã, 18/01.

Kim é apontado como o responsável pelo grande sucesso das coleções masculinas da marca desde que entrou, em 2011, após passagem pela Dunhill. Sua mistura fina de esportivo com alfaiataria conversou muito bem com essa década. O ápice foi a parceria com a Supreme no ano passado, que levou a filas e itens esgotados. 

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Surge a questão: pra onde ele vai e quem entra em seu lugar? A gente já havia comentado sobre o boato envolvendo-o com a Versace. Pra quem aponta sua falta de experiência com a moda feminina como problema, é possível que ele queira dar um outro passo na sua carreira – ou que ele assuma apenas a linha masculina da casa italiana. Quer mais? Tem gente que aposta na Burberry como sua nova empresa; Christopher Bailey está se desligando dela, mas Philo pode estar nessa fila. De qualquer forma, Kim é inglês assim como ela, e um nome bem interessante pra ocupar o cargo de direção criativa. Também pensamos num plot twist: os dois entrando juntos, Phoebe no feminino e Kim no masculino! Já a própria Céline é zebra: sempre existe a possibilidade, mas a gente acha bem difícil que ela se concretize.

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E quem entra na Vuitton, que no momento tem as suas coleções masculinas como parte importante dos seus negócios? A gente já pensa em algumas possibilidades; uma delas é Nicolas Ghesquière, o atual estilista da moda feminina da marca, assumir tudo. O movimento de união, inclusive na apresentação das passarelas, da moda pra ambos os gêneros é concreto, já acontece na Burberry, Gucci e agora Balenciaga; outras marcas fazem isso juntando a estação de uma com a meia estação de outra, caso da Prada. Outro que está por aí e faria o trabalho de maneira interessante é Riccardo Tisci, mas será que ele voltaria pro grupo LVMH? E mais: será que a Vuitton daria conta de pagá-lo só pelo masculino, sendo que o feminino já possui um profissional sem dúvida muito bem pago? E a pergunta que não quer calar: Alber Elbaz, cadê você? Dê seus palpites nos comentários!

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