Janie Bryant, do “Mad Men”, no Brasil

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Bate-papo da Marie Claire! Da direita pra esquerda: Gogoia Sampaio, Marília Carneiro, Kika Lopes e Janie Bryant
Bate-papo da Marie Claire! Da direita pra esquerda: Gogoia Sampaio, Marília Carneiro, Kika Lopes e Janie Bryant

Janie Bryant chegou atrasada pra sua 1ª reunião com os produtores de “Mad Men“, mas isso não foi um problema pra eles, principalmente se analisarmos o caso 5 anos depois, com a série totalmente consolidada e dando muita fama pra figurinista. Ela veio ao Brasil palestrar no evento “Marie Claire Inspiração” e contou sobre sua carreira, desde a época em que brincava de trocar a roupa de bonecas de papel, quando era criança, até os personagens da agência de publicidade mais famosa da TV americana, passando pelos filmes de terror que foram sua entrada no mercado profissional de figurino.

Uniformes do McDonalds inspirados em “Mad Men”

Formada em estilismo pelo American College of the Applied Arts, ela chegou a mudar dos EUA pra Paris, porque “queria ser uma estilista famosa”. Depois de 4 meses voltou pro seu país e foi morar em NY, onde começou como assistente de figurino. Passou por Los Angeles e voltou à Big Apple por causa de “Deadwood“, seu 1º trabalho de sucesso. Antes de “Mad Men”, ela chegou a desencanar dos figurinos e dedicou sua energia pra uma linha de roupas pra cães, em busca de uma coisa mais autoral.

“Percebi que o impacto do seriado era muito maior do que nós imaginávamos quando me ligaram pra contar que as pessoas estavam dando festas temáticas e quando vi um casal em NY vestido como Betty e Don. Mas não desenhei figurinos pra virarem uma obsessão de moda, e sim pra criar a realidade dos personagens. E acho interessante a TV começando a ganhar espaço no imaginário popular americano, algo que só acontecia com o cinema“.

Isabelle Drummond explica a moda empreguete

Aqui no Brasil esta é uma realidade há anos, e a presença de Marília Carneiro, Gogoia Sampaio e Kika Lopes num bate-papo depois da palestra deixou isso claro. Janie, por sua vez, não fez muita questão de saber mais sobre as polainas de “Dancin’ Days“, o kitsch das empreguetes e os figurinos de época de Kika, e preferiu ficar sem o tradutor, uma pena…

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