Hervé Léger, criador do vestido bandagem, morre aos 60 anos

06.10.2017

Hervé perdeu o direito de usar seu nome, vendeu-o pra Max Azria e seguiu como Hervé L. Leroux, uma marca bem menor que a primeira mais ainda com looks colados, que valorizavam o corpo da mulher
E todas as meninas famosas dos 2000 (você lembra quem elas são, né) usaram o vestido-bandagem quase como um uniforme. Aqui, Lindsay Lohan
Kim Kardashian ficou tão marcada pelo vestido-bandagem que a sua estátua no museu Madame Tussauds de NY usa um look assim!
Já a segunda fase da marca, sob o comando de Max Azria, ficou ainda mais pop: no corpo da personagem Serena de Blake Lively no “Gossip Girl”
Da primeira fase da Hervé Léger: Cindy Crawford a bordo de um vestido supercolado no corpo
Hervé L. Leroux, o fundador da Hervé Léger, morre aos 60 anos

Lá em 1985 foi fundada a marca Hervé Léger, do estilista Hervé L. Leroux, que tinha passagens pela Chanel e Fendi. Dizem que foi Karl Lagerfeld (desde então responsável pelo estilo dessas duas) que sugeriu que ele usasse o Léger pro consumidor americano entender (e conseguir falar) mais facilmente. Ele cresceu e apareceu com uma modelagem que virou febre entre as supermodelos nos anos 90: o vestido colado e, especificamente, o bandagem, aquele com faixas supercoladas no corpo.

Você lembra da edição da Barbie da Hervé Léger? Vem ver!

Em 1999, Hervé vendeu sua marca pra BCBG Max Azria. Depois de 8 anos, Max recriaria a Hervé Léger à sua maneira e o vestido bandagem voltaria a ser uma febre, agora no corpo de Kim Kardashian, das estrelas de “Gossip Girl” e congêneres, gerando inclusive várias cópias por aí. Já o fundador continuou criando pra poucas sob a etiqueta Hervé L. Leroux e em escala bem menor – a mais entusiasmada delas era Dita von Teese. Abruptamente, aos 60 anos e ainda sem causa divulgada, Hervé Léger morreu – a Fédération de la Haute Couture et de la Mode soltou comunicado que confirma a notícia hoje, 6/10. R.I.P.

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