Gatas em teto de zinco quente: vestido-camisola já!

16.10.2015

Um filme de 1958 chamou a atenção por causa do seu figurino, apesar dele nem ter tanta variedade. O segredo era a personagem, Maggie, criação do superdramaturgo Tennessee Williams, uma mulher com sensualidade à flor da pele e problemas no casamento, interpretada por Elizabeth Taylor. Ela fica grande parte do tempo de camisola em “Gata em Teto de Zinco Quente” – e é um look muito bonito, por sinal.

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Aquela imagem deve ter ficado na cabeça de muita gente, inclusive de Courtney Love, que no auge do grunge dos anos 90 fez do vestido-camisola um equivalente feminino da camisa de flanela. Seguia mais ou menos o mesmo raciocínio da camisa (era camisola antiga comprada no brechó), mas tinha um arrebatador toque sensual, conversava com o high-low que aflorava na época, era moderno e podia ser chic ao mesmo tempo.

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Nessa temporada internacional de primavera-verão 2016 a gente percebe uma enxurrada de vestido-camisola, reflexo das releituras de anos 90, com direito a coleções que giram bastante em torno da ideia como Balenciaga, Givenchy, CélineSaint Laurent Paris. O modelo é de alcinha e escorrega pelo corpo, nem muito justo e nem muito largo, muitas vezes com detalhes de renda que reforçam o clima boudoir. Também rolam releituras que pescam a ideia mas a transformam – você confere tudo na galeria, é só clicar na foto!

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