Fast-fashion brasileiro na C&A

O fast-fashion está ganhando cara e público no Brasil! Pra quem pensa que é só lá fora que se pode comprar peças de top estilistas por preço ótimos, está na hora de arrumar um tempo e vasculhar as araras da C&A. A marca está investindo no C&A Collection, projeto que tem a adesão de gente como Reinaldo Lourenço (que já está na 2ª coleção em parceria com a loja), Isabela Capeto e Amir Slama. Os 3 estiveram ontem em SP pra apresentar as coleções e contaram um pouco da experiência pro Blog LP.

Aurea Calcavecchia

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Amir Slama...

Cada um cuida de uma área: Reinaldo continua desenhando pro feminino, agora focado nas festas de fim de ano; ele gosta de andar na rua e ver mulheres usando suas criações! “O fast-fashion é interessante porque democratiza a moda. Pessoas que não poderiam comprar minhas roupas têm acesso a elas e os clientes da minha marca chegam até a C&A pra comprar também. O legal hoje é misturar as roupas: o blazer é de um lugar, a regata é de outro…” disse.

Isabela Capeto foi convidada pro infantil. “Quando me falaram fiquei louca porque sempre comprei roupa pra minha filha na C&A. A maior preocupação era deixar as crianças com cara de criança. Minha filha já quer tudo, vou fazer um pacotão de Natal!” contou. Sobre o fast-fashion em si, Isabela afirma: “todo mundo está fazendo isso lá fora, os estilistas aqui querem participar e as grandes empresas estão vendo que é importante. Estava em Tóquio quando lançaram as peças da Comme des Garçons pra H&M e comprei um monte de coisas que talvez não pudesse comprar na loja da grife.”

Responsável por toda a área de beachwear, Amir Slama afirma que a grande diferença de criar pra Rosa Chá e pra coleção cápsula da C&A é não precisar pensar na passarela. Ele afirma que a iniciativa de unir grandes nomes a uma rede popular garante a comunicação abrangente e prestigia o consumidor que não pode pagar caro pela assinatura do estilista. “Nos anos 80 começou a onda das grandes marcas lançarem segundas linhas, mais baratas, mas o cliente fica sempre com a idéia de que não pode pagar pela marca-mãe. Nesse projeto ele sai da loja com uma sacola Amir Slama” afirmou.

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