Farm, do Rio pros EUA e pro mundo!

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Farm chega nos EUA - e a gente mostra a coleção que vai pra lá aqui na galeria! Próxima Ver mais fotos
Farm chega nos EUA - e a gente mostra a coleção que vai pra lá aqui na galeria!

Você sabia? A Farm está crescendo: em maio ela abre uma loja em NY, e nesse mês de março já começou a funcionar a venda online nos EUA, parceria com a Shopbop (que é a varejista de moda online da Amazon)! É uma notícia e tanto, que vem depois de uma grande crise econômica que prejudicou várias outras marcas brasileiras com mais tempo de existência do que os 21 anos dela. O endereço na Big Apple, que fica no Soho, conta com 250m² em projeto do designer Marcelo Rosenbaum com o escritório Renata Gaia Arquitetura, e vai trazer uma coleção especial que junta hits atualizados da história da Farm mais peças de marcas amigas como Ju Gastin, Leo Neves e Haight. Outra ação bem bacana relacionada à loja de NY é o projeto One For One Tree Campaign, em parceria com a One Tree Planted: cada compra vai gerar uma árvore plantada pela Farm!

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A grife também está presente em corners das 20 maiores lojas da Anthropologie nos EUA. “Pretendemos ser uma multinacional de moda com a abertura de pelo menos três lojas por ano nos próximos 5 anos nos EUA. Europa e Ásia também são possibilidades”, conta Marcello Bastos, sócio-fundador. Uau! A gente entrevistou a diretora criativa Katia Barros pra saber mais. Vem conferir!

O que você acha que mais agrada o público dos EUA na Farm, levando em consideração o que vocês já fizeram por lá?
Com certeza as estampas e o nosso colorido. Acho que o lifestyle carioca é muito desejado e, em nós, essa identidade é muito legítima. A naturalidade do Rio é única. Acredito que o bom resultado que a gente já tem com a Anthropologie e com a Adidas, por exemplo, é também em função da proposta de estilo, afinal de contas, traduzimos nosso comportamento carioca numa proposta de estilo colorida, despojada, alegre, feminina.

A faixa de idade e o estilo de vida do público-alvo da Farm no exterior vão ser os mesmos do Brasil?
Cada vez mais, a idade importa menos. Vale o espírito de vida, a idade emocional… A gente diz que o nosso público alvo é no age. Na verdade, é você se identificar com uma proposta muito mais do que relacionar isso à idade que você tem. Basta ter esse espírito alegre e de bem com a vida.

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Vocês vão reforçar a origem da Farm, sendo uma marca brasileira e carioca?
Com certeza, sempre e para sempre! A gente tem muito orgulho de ser uma marca brasileira e temos muito orgulho do Brasil e do Rio de Janeiro.

Como vocês vão fazer isso?
Sempre nos inspirando nas nossas origens, na nossa cultura, na nossa natureza. Essa sempre vai ser a nossa fonte de inspiração e isso aparece na curadoria de estampas, no projeto de arquitetura da nossa primeira loja em NY, quando convidamos o Marcelo Rosenbaum que tem uma identidade brasileira muito forte, na curadoria musical…

A Anthropologie está sendo uma grande parceira na entrada de vocês no mercado americano. Por que ela?
Porque tem uma identificação de imagem e de marca pra uma menina mais romântica. A Farm tem muitas meninas, né? A Anthropologie tem essa feminilidade que também temos, além das cores, das estampas, de detalhes. Tenho uma memória emocional com ela: quando comecei na moda, era uma marca que sempre olhava admirando muito e pra mim foi especial essa parceria, assim como Adidas, Havaianas… É muito lindo realizar sonhos!

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Vocês têm um plano de expansão ambicioso para os próximos 5 anos. A crise no mercado brasileiro não atrapalha?
A crise, pra nós, foi difícil e dura, mas nos organizamos muito melhor com ela. A crise dá a oportunidade de estruturação e de estudo de mercado e, hoje, estamos saindo muito melhor dessa crise. Estamos com resultados maravilhosos no Brasil e por conta desses resultados a gente tem a estrutura e a possibilidade de expandir.

Qual é a sua dica de ouro para quem está começando um negócio agora e quer ser tão bem-sucedido quanto a Farm?
Primeira coisa: gente. Cuide das pessoas que estão perto de você. Sem pessoas boas ao lado, ninguém vai a lugar nenhum. Ah! E deixe-as mostrarem seus talentos e exercerem o seu melhor. Não exija de alguém o que essa pessoa não pode dar. Essa é a maior besteira que um líder pode fazer. A segunda coisa é: faça a diferença no mundo. O mundo já tem muita coisa, o mundo está lotado, então faça a diferença e faça com alma. Sem alma, não tem solução.

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