Burberry barra a pele e a queima de produtos

06.09.2018

No meio do ano rolou uma polêmica quente: foi divulgado que a Burberry queimou US$ 38 milhões (cerca de R$ 147 milhões) em produtos. É uma prática quase que normalizada no mercado de luxo, porque quando sobra mercadoria e vira a estação eles não querem nem liquidar ou doar (porque isso em tese diminuiria o valor da marca no mercado), nem estocar (pois isso custa dinheiro). Bom, as pessoas não gostaram de saber disso – especialmente os investidores… – e agora, um pouco antes da estreia de Riccardo Tisci no comando criativo na Semana de Moda de Londres, o CEO Marco Gobbetti anuncia o abandono da prática e também o encerramento do uso de pele verdadeira.

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Em um bonde em Hong Kong
E em Cheongdam! Que tal?

“Luxo moderno significa responsabilidade socioambiental. Essa crença é fundamental pra nós na Burberry e chave pro nosso sucesso a longo prazo”, divulga Gobbetti em comunicado oficial. Na real, os investidores ficaram chocados é com o encalhe e não tanto com a queima – mas espera-se, também, que Tisci seja a salvação e venda mais. A ver! Enquanto isso, o estilista aumenta a expectativa envelopando várias coisas ao redor do mundo com o novo monograma retrô criado pelo incensado designer Peter Saville pra marca britânica. Confira na galeria!

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