Biquíni novo pro verão: Caroll Falcão!

19.01.2015

Caroll Falcão é pernambucana, formada em Publicidade e Consultoria de Estilo e mora em SP faz 3 anos. A estilista se divide entre a capital paulista e Recife: ora trabalhando com consultoria de estilo… ora criando biquínis! Suas peças são sempre muito coloridas e inspiradas em memórias pessoais. Blog LP conversou a Caroll pra saber mais sobre seus modelos, suas referências e os biquínis que são sucesso na marca. Confere a entrevista abaixo e depois clica na galeria pra ver mais!

Veja também: os biquínis modernos da Chapéu Beachwear!

Como você começou a criar biquínis?
Sou pernambucana, casei e fui morar em SP há 3 anos, mas vivo na ponte aérea. Em SP trabalho como consultora de estilo e em paralelo faço os biquínis também – o que é maravilhoso pois continuo conectada com a praia. Em Recife sempre morei perto do mar, e a praia foi o lugar das brincadeiras na infância, dos encontros com amigos na adolescência – e é assim até hoje quando vou pra lá. Comecei fazendo meus próprios biquínis, porque nunca achava nada legal nas lojas… Aí as amigas gostavam e eu fazia pra elas. Desde então não parei mais! Faço umas 3 coleções (produzindo no máximo 200 peças em cada) por ano.

Onde você vende suas peças?
Ainda não tenho loja própria. Sempre divulgo no meu insta @carollfalcao e as clientes podem fazer pedidos por lá. Participo também duas vezes por ano do Bazar da Praça (SP) e é um lugar em que vendo superbem! Recebo as amigas em casa pra um “biquínis com drinques” quando a coleção sai do forno. Pretendo aumentar a produção, mas nada grande demais. Também preciso de tempo pra atender as clientes na consultoria. Gosto de ser “pequena escala” pois acompanho todos os passos – e ainda sou eu mesma que bordo os acabamentos finais. Todas as peças tem algum detalhe ou bordado. E só uso mão de obra brasileira de pequenas confecções!

Como é a produção nessa escala pequena?
A produção funciona assim: penso como quero a coleção, desenho os modelos, vou ao centro da cidade (do Recife e de SP), compro os tecidos, levo pro ateliê da costureira (faço em Recife e vou começar a fazer em SP agora), aprovo os pilotos e ela produz. Adoro ir nas lojas, entrar em cada uma, tocar nos tecidos, colocar um junto do outro, sempre aparecem ideias novas!

Qual foi a maior dificuldade que você encontrou ao ter uma marca de beachwear? 
A maior dificuldade é competir com os preços “made in China”. O Brasil incentiva pouco o criador e estilista local. Já pensei em parar, mas amo tanto fazer as peças que vou continuar remando contra essa maré.

Quem é o seu público?
Vendo pra todas as idades, mas acho que o meu público forte são mulheres na faixa de 25 a 40 anos.

Qual é a faixa de preço dos biquínis?
Ficam entre R$ 110 até R$ 160.

No que você se inspira na hora de criar as peças?
Nas minhas memórias e referências, como as viagens que faço e as músicas que escuto (tipo a coleção ” Miami com Copacabana”). Já fiz também biquínis inspirados nas cores dos orixás e estampas que vi na Tailândia. Adoro trabalhar com cores e montar as composições – é o que eu mais gosto.

Que mulher é a cara da marca?
A brasileira com ziriguidum (risos). Só sei que quem gosta do clássico não compra minhas peças!

O que o seu biquíni tem que mais nenhum tem?
Difícil falar… mas tem muitas cores sempre!

E qual o diferencial da sua marca em relação as outras?
As clientes sempre elogiam as modelagens. E não sigo tendências, não gosto de vender o que já está em todas as vitrines.

Qual é o modelo queridinho das clientes? E qual a sua aposta pro verão?
A calcinha mais larguinha com ajustes na lateral é a campeã de vendas! Acredito que a aposta pro verão são os maiôs, que ganharam força de novo.

Caroll Falcão: carollinafalcao@hotmail.com

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