“Aprendizados” de Gisele mostra o outro lado do sucesso

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Capa do livro de Gisele, "Aprendizados - Minha Caminhada para uma Vida com mais Significado". Veja mais na nossa galeria! Próxima Ver mais fotos
Capa do livro de Gisele, "Aprendizados - Minha Caminhada para uma Vida com mais Significado". Veja mais na nossa galeria!

Tudo que Gisele Bündchen faz, dá o que falar. E agora, com o lançamento de seu novo livro “Aprendizados – Minha Caminhada para uma Vida com mais Significado” (que postamos aqui), não poderia ser diferente. Nele, Gisele faz revelações inéditas e contundentes sobre altos e baixos de sua vida pessoal e profissional, se expondo muito além de seu habitual. Ela fala sobre crise de pânico, arrependimento de cirurgia plástica e outros temas sensíveis. Para Gisele, o livro tem o propósito de ajudar as pessoas com o exemplo de suas experiências – e assim ela se mostra tão gente como a gente. A gente selecionou algumas dessas revelações. Confira abaixo!

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Pânico

Gisele sofreu ataques de pânico e chegou a ter pensamentos suicidas. Aos 20 anos, tinha uma vida pouco saudável: trabalhava 360 dias por ano, fumava um maço de cigarro por dia, tomava café pra se manter acordada e vinho pra ajudar a dormir. Depois de um vôo turbulento pra Costa Rica, em 2013, ela passou a ter crises de pânico e ansiedade. Sofria tanto que chegou a pensar em desistir. “Eu não conseguia ver uma saída e não aguentava mais viver um dia daquele jeito. Me passou pela cabeça: Talvez seja mais fácil eu pular da sacada e tudo acabar.” Graças a medicinas alternativas e naturais, além de ioga, meditação, exercícios de respiração e uma mudança radical na alimentação, Gisele conseguiu superar a crise. Ufa!

Cirurgia plástica

Depois de amamentar os filhos Ben e Vivi, Gisele começou a ouvir comentários sobre a mudança de seus seios – um ficou diferente do outro. Em 2015, decidiu se submeter a uma plástica e diz que foi uma das decisões mais perturbadoras de sua vida. Assim que acordou do procedimento, se questionou sobre o que havia feito. Passou um ano usando roupas largas por se sentir desconfortável com o próprio corpo. “Eu fiz algo principalmente pra tentar agradar os outros. A lição aqui é aprender a se escutar primeiro, ser claro com o que você deseja antes de tomar decisões importantes. Afinal, é você quem vai viver com o resultado.”

Leite e cebola

Hoje Gisele é adepta fiel de soluções mais naturais e até caseiras. Quando os filhos têm febre, por exemplo, ela coloca cebola no pijama deles, massageia seus pés com óleos de aromaterapia antes de dormirem e coloca pano com leite na garganta pra cuidar de inflamações: “Fica um pouco fedido no outro dia de manhã, mas a dor de garganta da Vivi melhora.”

Infância

Aos 12, 13 anos Gisele era muito magra e bem mais alta do que suas colegas, o que lhe rendeu apelidos dolorosos como Olívia Palito. “Uma vez entrei na sala de aula e vi um pôster com o desenho de um esqueleto escrito: ‘Alguém viu Olí?’ Me senti humilhada”.

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E aí, o que você achou das revelações da modelo? Conta pra gente!
 

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