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A peregrinação de Annie Leibovitz

08.01.2012

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Annie Leibovitz/Reprodução
"Pilgrimage", o livro-divã de Annie Leibovitz
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Annie Leibovitz/Reprodução
A fotógrafa fez uma lista dos lugares que significam algo pra ela, como é o caso do quarto de Virginia Woolf, em Londres
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Annie Leibovitz/Reprodução
Os pastéis da pintora americana Georgia O'Keeffe
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Annie Leibovitz/Reprodução
E o rancho onde Georgia morou, no Novo México
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Annie Leibovitz/Reprodução
O divã de Freud
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Annie Leibovitz/Reprodução
A garagem do cantor folk Pete Seeger em Upstate NY
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Annie Leibovitz/Reprodução
Plantas secas no caderno de Emily Dickinson
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Annie Leibovitz/Reprodução
E o detalhe de um vestido que foi da poeta
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Annie Leibovitz/Reprodução
O famoso géiser no Yellowstone National Park
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Annie Leibovitz/Reprodução
As luvas do presidente Lincoln

Annie Leibovitz já saiu em turnê com os Rolling Stones, assina algumas das capas de revistas mais icônicas e é a retratista favorita da “Vanity Fair” e da “Vogue” América. E se hoje você pensa em imagens superproduzidas, cheias de intervenções, com celebridades como modelos quando lê seu nome nos créditos… pense de novo.

Foi o que ela fez: precisou repensar sua carreira diante de uma crise que a levou à falência. Pegou suas filhas e foi viajar, numa peregrinação por lugares que lhe trariam inspiração, e começou a registrar tudo pra fazer um livro. “Foi difícil como o inferno fazer isto no meio de tudo o que eu estava passando. Me falavam o tempo todo que este livro não daria dinheiro, que deveria deixá-lo de lado. Mas eu realmente queria fazê-lo. Precisava salvar minha alma”, contou Annie ao “NY Times“.

Recorreu ao antigo hábito que dividia com Susan Sontag (sua mulher, morta em 2004) de fazer listas com lugares que significassem algo pras duas. E fez uma nova, o mapa de sua peregrinação, de Niagara Falls à Graceland, na casa de Elvis Presley, passando pelo Novo México, no rancho da pintora Georgia O’Keeffe e o museu onde está a luva que o presidente Lincoln usava quando foi assassinado.

Ou seja: “Annie Leibovitz: Pilgrimage” acaba sendo um retrato, mesmo que ninguém apareça nas fotos. É um retrato da fotógrafa e dos EUA, que entra em cartaz em Washington, no Smithsonian American Art Museum, de 20/01 a 20/05, e depois viaja pelas cidades americanas! Algumas das imagens estão aí na galeria – vale cada clique!

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