A Gap lança programa que vai conservar 10 bilhões de litros de água

Divulgação
Campanha da Gap com a cantora SZA. A marca está de olho na água que ela gasta nos seus processos produtivos! Boa!
Campanha da Gap com a cantora SZA. A marca está de olho na água que ela gasta nos seus processos produtivos! Boa!

Você sabia que, pra produzir uma calça jeans, o gasto de água pode chegar a 11 mil litros? Isso porque a gente nem começou a falar do couro (um quilo de tratamento dele chega a consumir 16,6 mil litros, dependendo do cortume). É por isso que a gente fala de consumo responsável – comprar menos e melhor. E é por isso também que a nova iniciativa da gigante americana Gap é tão interessante.

As usinas, fábricas e tinturarias da marca tem passado por uma adaptação pra conseguirem economizar água nesses processos, e a meta da Gap é conservar 10 bilhões de litros até 2020 – o que é equivalente a necessidade diária de água potável pra beber de nada menos que 5 bilhões de pessoas. “A água é importante pra quase todos os aspectos dos nossos negócios, e reconhecemos a responsabilidade e a oportunidade que temos de reduzir a quantidade de água usada pra criar nossos produtos”, declarou Christophe Roussel, o vice-presidente de abastecimento global da Gap.

Ouro sustentável? Sim, isso existe, e a iniciativa é da Chopard!

O programa de sustentabilidade da Gap inclui o Washwell, que reduz a quantidade de água usada em 20%; faz parcerias com o Natural Resources Defense Council e com a Sustainable Apparel Coalition; e ainda trabalha diretamente com comunidades responsáveis pelas produções das roupas adicionando uma área de educação a respeito de higiene, sanitização e água pros seus trabalhadores. 

Tem brasileira no Sustainable Apparel Coalition, sabia? Vem saber qual!

E não é só o jeans que está no alvo. O algodão também! Com a ajuda da Better Cotton Initiative, ela tenta chegar cada vez mais perto da meta de 100% de uso de fontes sustentáveis de algodão até 2021.

A Gap já foi acusada de exploração de trabalho infantil e condições abusivas nas fábricas num passado não tão distante. E em 2013, o Greenpeace já havia feito uma campanha agressiva pra cima da marca pra forçá-la a “desintoxicar” seus processos. Tudo indica que essas novas ações finalmente fazem parte de uma nova ética na empresa, né? Que sirva de exemplo!

Tags:                                  

Compartilhe Imprimir Google + Pinterest Whatsapp

Escolhas da Lilian

Últimas