70 artistas mulheres na SP-Arte!

12.04.2018

Uma flauta? Obra de Tatiana Blass
“Hupiles” (2017) de Tania Candiani. “Huipil” é “minha coberta” em nahuati; a vestimenta também serve pra distinguir a identidade de quem usa em relação a etnia e posição socioeconômica
Escultura da série “Torções” (2018) de Sonia Gomes
Uma barriga? Detalhe da obra de Simone Cupello
Exuberância na obra de Sandra Mazzini
Duplinha de Vânia Mignone
Da série “Nuptias” (2017) de Rosângela Rennó
“Mea Culpa Gold” (2007-2015) de Regina Silveira
“Pokara, Nepal” (2010) de Patrícia Gouvêa
“O Beijo” (2017) de Monica Piloni
Da série “Tecido” (2017-18) – essa obra de Marina Weffort é de uma delicadeza ímpar, se movimenta com qualquer ventinho criando uma imagem linda
As mil cores de Maria Freire
As esculturas suspensas de Maria-Carmen Perlingeiro
“Livro Noite e Dia” (1963-76) de Lygia Pape
Duas obras da soteropolitana Lara Viana, que mora entre Salvador e Londres
“Por Onde Escapa o Flagra-Foguete” (2018) de Joana Cesar
Obra cheia de textura de Jessica Mein
“Desenho” (1999) de Helena Almeida
Um detalhe da escultura de Daniela Antonelli na frente de obra de Abraham Palatnik
“Transmutação” (2018( de Laura Belém
Pra pendurar, de Vivian Caccuri
Uma revoada! Quadros de Claudia Melli
A romena Marieta Chirulescu se interessa por impressões e xerox – ela monta suas telas assim e depois faz intervenções à mão
Bem colorido e com diversas texturas – obra de Mariana Palma
Um biquíni?! “Roxinho” (2018) de Débora Bolsoni é feito de madeira, borracha e linha
“Heliconia Rostrata” da série “Capas” (2018), de Chiara Banfi
“Merlot” (2017) de Lisa Yuskavage
“Madame Caduvel” (1996) de Beatriz Milhases
Escultura têxtil de Talitha Rossi
“A Lã de Helena” (2014) de Jac Leirner
Um detalhe de “Functional Sculpture/Lamp” (2018) de Marcia Gronstein. A Marcia tem um trabalho também de esculturas-acessórios, vale a pena buscar mais!
Duas obras da série “Playground” (2017) de Alice Quaresma
Obra de Alessandra Rehder que mistura fotografia com outros materiais
“Meursalt” (2017-18) de Marina Saleme
Essa parede cheia de obras de Mira Schendel
“Beyond Love” (2017) de Yayoi Kusama
“Muitos em mim Habitam” (2018) de Adrianna Eu
“Ciclotrama 114 (Vento)” (2018) de Janaina Mello Landini
Obras da baiana Nilda Neves – ela já foi professora e cabeleireira e hoje é poetisa e artista!
“Brotanica” (2018) de Andrea Rocco
“To Fix Ut (Green Clock)” (2018), de Liliana Porter
Como reproduzir o céu numa obra de arte? Foi desse questionamento que Gisela Motta e Leandro Lima partiram pra fazer “Sublimação” (2018), que conta com movimento – essas nuvens se mexem!
Da série “Envolvimento” (1966) de Wanda Pimentel
Dupla de Ana Elisa Egreja
Faz um bom par com “Punhos” (2010) de Clara Ianni
A fotografia “Intenso” (2015) de Maria Baigur continua bem atual…
Pra se transformar em outras! A performance de Karla Girotto fica no espaço reservado pra performances. Que tal se transformar com as roupas, perucas e acessórios disponível e dançar com ela?
“Parque de Diversões” (1946) de Djanira da Mota e Silva
Guaches de Sonia Delaunay de 1961
Da série “The Box” (2016) de Isabelle Borges
Duas da série “Miscegenated Family Album” (1980-94), da americana Lorraine O’Grady
“Wrong Drawing #1” de Laura Lima
“Livro Obra 1” (1964-83) de Lygia Clark
“Figura de Convite” (1995) de Adriana Varejão
“Polvo II” (2017) de Leda Catunda
Tracey Emin: acima, o neon “I Think its in my Head” (2002); abaixo a tapeçaria “In the Dark” (2011)
Desenhos de Tarsila do Amaral, contemporânea de Anita: “Flores Antropofágicas” (1929)
Artistas de importância histórica como Anita Malfatti (com “Anêmonas” de 1921 e “Jarro com Flores” de 1945-47) também marcam presença
Na palma da mão – escultura-quadro da Silvia Mecozzi
Sem título de 1969 de Tomie Ohtake
O trabalho de Rosa Maria Unda Souki é bem delicado: ela já fez uma série de pinturas na casa de Frida Kahlo e essa tela é da série que produziu na casa em que passou a infância. “Los Aromas de mi Casa no se Desvanecen” é de 2018
E essa obra é a impronunciável “[-]” (2016)
Mais uma que a gente curte: Cinthia Marcelle! Esses objetos são da série “Da Parte Pelo Todo” (2018)
E também tem essas fotos da série “Mestres de Cerimônias” (2016)!
A gente adora o trabalho da Barbara Wagner! Tem dois na SP-Arte: esse, com Benjamin de Burca, o “Como se Fosse Verdade” (2017), traz impressão leticular. É aquela muda de acordo com a sua posição
Que tal levar uma performance de Marina Abramovic pra casa? Essa é a “Sala de Espera” de 1993
Sandra Cinto, que faz um trabalho bem bonito, é outro hit da SP-Arte desse ano
… Essa aqui com vazados, da série “Desenhos/Objetos”
A Anna Maria Maiolino, que nasceu na Itália mas se mudou pro Brasil nos anos 60, conta com diversas obras pela SP-Arte. Essa, por exemplo, e…
Muito bonito esse trabalho de Claudia Jaguaribe – é a Casa de Vidro da Lina Bo Bardi, reconheceu?
Obra de Juliana Stein de 2017 – vem ver mais trabalhos de artistas mulheres que estão na SP-Arte desse ano!

A SP-Arte guarda um mundo dentro dela: dá pra perder um dia inteiro lá dentro, só descobrindo coisas. Ou até dois! São dois andares cheios de galerias mais o último com design e um espaço exclusivo pra performances; e a programação conta com visitas guiadas, palestras e eventos que também acontecem paralelamente, fora da Bienal. Pra você saber tudo sobre o evento que é superinspirador, corre no site oficial. E aqui a gente fez uma seleção de 70 artistas mulheres que usam plataformas e materiais dos mais diversos pra você se inspirar e se instigar a dar uma passada por lá e ver de perto – tem que ir! Clica na foto pra ver as obras!

SP-Arte
De 12 a 15/04, quinta-feira a sábado das 13h às 21h; domingo das 11h às 19h
Pavilhão da Bienal: av. Pedro Álvares Cabral, s/n, portão 3, Parque Ibirapuera, SP
R$ 45 ou R$ 20 (meia)

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