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O que muda com a venda do SPFW?

24.04.2018

Mudanças no SPFW!

A Inbrands (grupo dono de marcas como Ellus, Salinas, Richards e Bobstore) vendeu 50,1% das ações da SPFW pra IMM Participações – empresa de Abu Dhabi que atua na organização e venda de ingressos de eventos em esportes e entretenimento (tipo o UFC e as turnês do Cirque du Soleil no Brasil). Pra Paulo Borges, o fundador do evento que segue como diretor mesmo com a mudança, o crescimento da semana de moda paulistana é o grande propósito do negócio. E a própria Inbrands já se manifestou em comunicado oficial que a associação com o grupo dos Emirados Árabes Unidos visa expandir o portfólio de moda pra além da SPFW – e, no caso dos compradores, adicionar essa perolinha fashion no mix que eles já tem. A verdade é que o evento vinha dando prejuízo, e esse aporte é, claro, bem-vindo. Mas e na prática?

Confira o line-up dessa edição do SPFW

Com a maior parte das ações nas mãos da IMM (que foi brasileira até 2015, quando foi vendida por Eike Batista), muita gente começou a comentar que seria possível que o SPFW começaria a cobrar ingressos. A resposta é não e sim: Paulo explica que cobrar ingresso em uma sala de desfiles com 500 pessoas não resolve uma conta de um evento desse porte. Mas a ideia é que o branding SPFW assine festivais culturais e exposições, e aí sim, os ingressos sejam cobrados. Faz sentido! Vamos aguardar pra ver se já vão acontecer mudanças nítidas na próxima edição!

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