Louis Vuitton primavera-verão 2016

07.10.2015

Ela roubou as atenções do desfile anterior da Louis Vuitton, de outono-inverno 2015/16: a australiana Fernanda Ly é quem abre o desfile de primavera-verão 2016 da marca na Semana de Moda de Paris assumindo em definitivo o posto de uma das musas de Nicolas Ghesquière. E a coleção, que foi apresentada num cenário supertecnológico com telões que se mexiam e um texto na trilha falando do jogo Minecraft, tem mesmo tudo a ver com essa estética de cabelo colorido, meio asiática, do olho com detalhe à mangá, tiarinha-gadget… Fernanda é a cara da metrópole futurista. E o futuro, Nicolas percebe, não é necessariamente limpinho e funcional como às vezes a gente imagina – se a gente gosta de coisas que não fazem o menor sentido utilitário hoje, por que não nos atrairíamos por uma saia curta bufante amanhã?

Então, pro futuro, temos fechamento à perfecto em jaqueta, casaco longo e minivestido; saia assimétrica com textura de metal; macacão amplo e com tingimento em efeito desbotado; gola com babadinho tipo vitoriano; tops cropped ora rígidos ora cheios de movimento à godê; microshort em couro; textura (e volume) de água viva; malha de metal de trama aberta tipo rede; calça ajustada com zíper na barra. Entre as bolsas, chamam a atenção a nova versão das minis que Ghesquière tem incluído nas coleções e uma bolsa-saco diferente das que a gente está acostumado a ver na passarela – ela é um saco desestruturado mesmo, molengo, tipo aqueles com alça que você puxa pra fechar. Será a nova it bag? Sim: o futuro é agora.

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