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A dualidade na passarela da Alexander McQueen

24.06.2018

“Eu sinto que McQueen é sempre sobre uma narrativa, é sobre uma beleza, uma elegância, uma crueza: uma escuridão e uma luz. Não é sobre streetwear.” explicou Sarah Burton pro desfile masculino de primavera-verão 2019 da marca. Pra mostrar essa dualidade da marca, a estilista se inspirou no artista Francis Bacon e no fotógrafo John Deakin, moradores do Soho nos anos 1950, um espaço livre/ilícito na Grã-Bretanha onde a homossexualidade era ilegal e ambos eram gays. Na passarela, looks que pareciam pela metade: blazer costurado com trench coat, camisa com colete, branco e preto. Alguns modelos também foram pintados da cabeça até a cintura com desenhos coloridíssimos e vestiam só a calça dos macacões – como se tivessem saindo do casulo. A alfaiataria bem feita é destaque da coleção – na galeria você confere mais fotos! Clica pra ver!

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