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O cabeleireiro-celebridade Oribe morre aos 62 anos

18.12.2018

Alguém foi responsável por influenciar os cabelos e penteados das mulheres do começo dos anos 90 direto das passarelas – cuidou, por exemplo, dos fios desarrumados e com aparência de sujinho do mítico desfile grunge de Marc Jacobs pra Perry Ellis, aquele cuja coleção o próprio Marc acaba de relançar. O cubano Oribe Canales trabalhou com nomões como o top-maquiador François Nars, o fotógrafo Steven Meisel e o estilista Gianni Versace, sempre criando tendências e fazendo a cabeça do quarteto mais bombado dos desfiles: Naomi Campbell, Cindy Crawford, Christy Turlington e Linda Evangelista

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Oribe morreu nesse último domingo, 16/12, em Manhattan, aos 62 anos. Ele morava em Miami e foi pra NY pra se tratar – estava com câncer. Teve insuficiência renal e hepática, segundo o marido Zaki Amin contou pro “The New York Times”.

Oribe e Naomi Campbell, uma das supermodelos que viraram grandes amigas
Um dos looks da coleção grunge de Marc Jacobs pra Perry Ellis, de primavera-verão 1993
Cabelo por Oribe em Christy Turlington encarnando “Bonequinha de Luxo”
Mais de Naomi – aqui loirisíssima por Oribe
Oribe trabalhou bastante com Gianni Versace – aqui, campanha clicada por Irving Penn
Outra supermodelo, e essa não tinha medo de mudar o cabelo: Linda Evangelista!
Linda é conhecida por ser um camaleão versátil – com a ajuda de Oribe, ela ia longe!
A virada: o álbum “On the 6”, de Jennifer Lopez, de 1999, com penteado assinado por Oribe
Oribe e Jennifer Lopez se tornaram inseparáveis
Capas de “Vogue” América com cabelos assinados por Oribes: J-Lo e Rihanna ruivíssima
Em foto mais recente, Oribe com Cindy Crawford

O hair-stylist não parou sua influência no mundo da moda. Dizem que o ponto de virada foi o “On the 6“, álbum de estreia de Jennifer Lopez de 1999. Ele e J-Lo se conheceram um pouco antes, num editorial fotográfico em 1998, e se tornariam inseparáveis, e o nome do cabeleireiro viraria célebre em uma linha de produtos e salões de beleza. Sua clientela então passaria a incluir nomões como Rihanna, Lady Gaga, Penélope Cruz. Jennifer diz ao “New York Times”: “Ele me ajudou a entender como os elementos da moda poderiam empoderar as mulheres, e que quando mulheres se sentem belas, elas não tem limites, podem fazer qualquer coisa. Ele glamourizava a mulher, e a fazia se sentir sexy pelo jeito que fazia seu cabelo e que a amava, e eu me sentia amada por ele.” R.I.P.

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