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Marc Jacobs e Robert Duffy: novo começo?

31.08.2011 - 15:30 Moda comente!

WSJ/ReproduçãoMarc e Robert: novidades pela frente?

No meio de um furacão – literalmente, no caso de Irene, que mudou datas dos desfiles de NY (line-up atualizado aqui) e fazendo um paralelo com o caso Dior, que não sai das manchetes -, Marc Jacobs e Robert Duffy encontraram tempo e a calma necessária pra responder perguntas da “Wall Street Journal Magazine” sobre a parceria que dura 28 anos.

A dupla está prestes a iniciar um novo capítulo pra história de sua sociedade – Marc Jacobs é dado como certo na Dior, deixando em aberto a direção criativa da Louis Vuitton, ambas do grupo LVMH. E a matéria casa bem como o clima de recomeço… Nessa seleção das 5 frases que destacamos da entrevista, Robert dá a dica de que Marc tem tudo pra ir bem na nova casa – caso haja algum imprevisto, ele pode ganhar a vida como babá!

. Robert sobre Marc:
“Ele aprendeu definitivamente o seu ofício e tornou-se um profissional maravilhoso. Ele poderia fazer uma coleção de alta-costura.

“Sempre precisaremos um do outro e sempre estamos em contato por causa do trabalho. Sou casado e em processo de adoção de uma criança. Sei que quando há um filho, sua vida muda completamente. Mas você sabe, Marc será o padrinho dos meus 2 filhos. Talvez ele seja a babá.”

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. Marc sobre Robert:
“Os grandes sucessos de Robert, como a BookMarc (a livraria da marca em NY), e suas decisões nos negócios, nascem da paixão e do instinto, não de uma calculadora.”

“A pressão em cima dele, como em mim, é cada vez maior. São mais lojas e mais empregados. Mais viagens pra abrir lojas e menos tempo em casa. E ele precisa ser a ponte com a Vuitton e ouvir o que eu tenho a dizer sobre o que vamos fazer lá. Não significa que o dia vá ter mais horas por isso, mas mesmo assim ele arruma um jeito de encontrar o tempo pra estar lá, ajudar e ser um bom líder.”

“Provavelmente é a pessoa que mais se preocupou comigo em toda minha vida – a respeito do meu bem estar e da minha profissão. Literalmente, ele salvou minha vida. Assim que notou meu vício em heroína (em 1999), ele assumiu as rédeas e avisou o Sr. Arnault (Bernard Arnault, CEO do LVMH): ‘Marc precisa de ajuda’. Escreveu um comunicado pra imprensa e chamou Bridget Foley do “WWD” pra escrever uma matéria. Nós concordamos que não devíamos esconder o problema. Pude fazer isso porque tive o suporte de Robert.”

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