5 coisas que você deveria saber sobre a Lush

Aurea Calcavecchia
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Rowena Bird, uma das fundadoras da Lush, no Brasil pra apresentar a marca

A Lush anunciou sua volta pro mercado brasileiro no fim do ano passado. E o investimento é grande: ela abre a maior loja da marca no mundo em SP – agora são 944 ao redor do globo – acompanhada do 1º spa deles na América Latina, totalmente no espírito inglês com tratamentos feitos com trilha sonora especial pra cada serviço. Uma das opções é fazer uma massagem forte com um coro de marinheiros cantando ao fundo ou até outra ao som dos Beatles!

Veja também: seleção de cosméticos cruelty free

O estoque do espaço totalmente sustentável (inclua aí painéis solares e materiais reciclados) tem todas as linhas disponíveis lá fora (a única exceção é um perfume cuja fórmula não é liberada aqui). “Tentamos encontrar um lugar há alguns anos e agora achamos: estaremos na esquina da Oscar Freire com a Consolação”, avisa Rowena Bird, uma entre os 6 fundadores da empresa, que veio ao Brasil apresentar a marca. Outros endereços dentro e fora de SP já estão na lista de prioridades da empresa baseada na Inglaterra, que vai abrir uma fábrica própria aqui, perto de Atibaia. Blog LP conversou com Rowena e listou as coisas mais bacanas sobre a marca. Olha só:

. Sem sofrimento animal:
“Todos os nossos produtos são vegetarianos ou vegan. Não compramos matéria-prima de nenhuma empresa que faça testes em animais. Alguns são contra testes, mas compram matéria-prima de lugares que fazem. Nós não, porque parte do lucro que eles ganham acaba indo pros testes e, indiretamente, nosso dinheiro iria pra isso”. Por que as pessoas continuam testando em animais? “Alguns dizem que é uma questão de gastos, mas é preguiça. Eles não ligam. Testes não dizem nada que você não saberia depois, no processo de produção de cosméticos. Você faz os animais sofrerem por algo que é irrelevante. Não é necessário, é cruel”.

. Apoio a projetos sociais:
“Criamos o Lush Prize, um prêmio anual pra iniciativas que combatem testes em animais, pras pessoas usarem o dinheiro em pesquisas em torno do assunto. E damos muita importância à ética social: quando compramos ingredientes na China, Índia, queremos ter certeza de que estamos comprando de lugares com condições justas de trabalho. Sempre que possível compramos direto do produtor, o que garante a qualidade da matéria-prima”, conta Rowena. E também tem o Charity Pot, um produto cuja renda (fora os impostos) vai pra um banco de caridade – uma conta criada pela empresa, de onde tiram dinheiro pra doar pra qualquer tipo de projeto importante, independente da abrangência, de uma ONG legal a um grupo de jovens que precisa de dinheiro pra fazer cartazes de protesto.

. A Lush quer salvar o mundo?
“Não tem a ver com marketing, tem a ver com o nosso DNA. Mark (Constantine, outro fundador) não dirige, só anda de bike. Pagamos taxa de carbono quando viajamos de avião. Preferimos trens e navios pra despachar produtos. Evitamos usar embalagens e, quando usamos, é tudo reciclado e reciclável – encorajamos o cliente a trazer de volta pra loja seus potes vazios. Criamos uma pasta de dente em pastilhas pra evitar o descarte do plástico dos tubos no ambiente; temos barras de xampu que não precisam de recipientes e ainda equivalem a 3 potes de xampu cada; e o mesmo raciocínio vale pros óleos pra massagem em barras: não é preciso usar garrafas pra guardar e você consegue usar até o fim”.

. Eles querem se livrar de todos os conservantes:
“Nossos produtos levam um máximo de 3 semanas da produção à prateleira e 75% deles não tem conservantes. Como temos essa agilidade, podemos usar menos e mesmo assim temos o desafio constante de pesquisar pra mudar a fórmula de produtos que já existem na marca e torná-los livres de conservantes, como já aconteceu com o Ro’s Argan Body Conditioner, entre outros”.

. Maquiagem pra mudar o comportamento:
A linha de makes da Lush, Emotional Brilliance, com primer, rímel, sombras e batons, é cria de Rowena, que explica mais aqui: “Resistimos por muitos anos, porque não queríamos fazer o mesmo que todos estavam fazendo, mas os clientes insistiam muito. Aí chamamos uma terapeuta comportamental e ela nos deu uma lista de emoções sobre as quais os pacientes falavam quando iam lá. Pedimos pra pessoas de todas as idades aliarem cores da escala Pantone a cada uma dessas emoções. Calma, motivação, foco, felicidade etc. Selecionamos as cores mais populares pra cada uma delas e criamos os produtos com essas cores. Queremos que as pessoas usem a maquiagem pra ter o tipo de suporte que precisam no momento, como usar aquele sapato da sorte quando você precisa. É puramente psicológico, mas faz diferença!”

Legal, né? Pra saber mais dos produtos, clica na foto pra abrir a galeria!

Lush: (11) 3051-8225

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